Egoísmo
Os que utilizam o metrô em horário de pico (especialmente pela manhã) sofrem/praticam um tipo peculiar de egoísmo.
Não. Não há tipo algum de egoísmo que seja razoavelmente bom. Todavia, algumas atitudes são tão sem sentido que me são absurdamente incompreensíveis.
Eu entendo. O transporte público da nossa cidade é caótico, falho e outros tantos pertinentes adjetivos.
Entendo, também, que, por consequência, as pessoas que dependem do metrô para cumprierem seus compromissos tendem a se atrasar constantemente. Sei bem como é frustrante reduzir seu tamanho corporal a um espaço muito menor e, mesmo assim, chegar atrasado e ouvir uma porção de inverdades acerca de sua conduta profissional.
Tudo isso em mente, eu digo (quanto for necessário): NADA justifica a falta de "compaixão" que observamos diariamente no metrô.
O que faz seu compromisso mais importante que o outro?
Toda pessoa que se sujeita ao pandemônio ferrovirário todos os dias tem a mesma necessidade que você. Ainda que não tivesse...
Ninguém enfrenta uma multidão por gosto. Não nesse caso, ao menos. Nada justifica essa imensidão de grosseria gratuita.
O seu empurrão, ou furar a fila, demonstra, obviamente, uma falta de educação que não o permite conviver em sociedade, visto ser um caso tão simples de comportamento. Mas muito mais do que isso: esse tipo de atitude mostra o seu egoísmo reduzido ao que você julga insignificante, indiferente, que é o outro.
No coletivo, a visão de pluralidade é intrínseca! E isso é inegociável!
Essas "pequenices" não acrescentam. Promovem o atraso do encontro harmonioso entre o pessoal e o social.
Não. Não há tipo algum de egoísmo que seja razoavelmente bom. Todavia, algumas atitudes são tão sem sentido que me são absurdamente incompreensíveis.
Eu entendo. O transporte público da nossa cidade é caótico, falho e outros tantos pertinentes adjetivos.
Entendo, também, que, por consequência, as pessoas que dependem do metrô para cumprierem seus compromissos tendem a se atrasar constantemente. Sei bem como é frustrante reduzir seu tamanho corporal a um espaço muito menor e, mesmo assim, chegar atrasado e ouvir uma porção de inverdades acerca de sua conduta profissional.
Tudo isso em mente, eu digo (quanto for necessário): NADA justifica a falta de "compaixão" que observamos diariamente no metrô.
O que faz seu compromisso mais importante que o outro?
Toda pessoa que se sujeita ao pandemônio ferrovirário todos os dias tem a mesma necessidade que você. Ainda que não tivesse...
Ninguém enfrenta uma multidão por gosto. Não nesse caso, ao menos. Nada justifica essa imensidão de grosseria gratuita.
O seu empurrão, ou furar a fila, demonstra, obviamente, uma falta de educação que não o permite conviver em sociedade, visto ser um caso tão simples de comportamento. Mas muito mais do que isso: esse tipo de atitude mostra o seu egoísmo reduzido ao que você julga insignificante, indiferente, que é o outro.
No coletivo, a visão de pluralidade é intrínseca! E isso é inegociável!
Essas "pequenices" não acrescentam. Promovem o atraso do encontro harmonioso entre o pessoal e o social.
O problema é que acredito que esta falta de educação tem se tornado comum e o que era um absurdo já se tornou normal, afinal o que podemos fazer hã?
ResponderExcluirO "se todo mundo faz..." se tornou um "veja bem" ou um "na verdade" desculpas e mais desculpas para um comportamento deplorável.
O metrô é somente mais um exemplo dessa cidade bagunçada.
O trânsito é um querendo passar por cima do outro, eu acelero o carro da frente, o carro de trás me acelera, eu xingo o do lado e o do lado me xinga...
Comportamento típico de quem já ta de saco cheio de viver em uma metrópole.
Virou um lance convencionado, não acha?
ResponderExcluirQue já nos é imposto. A escolha é ou se enficar em uma concha e tentar não ouvir nada ou dar a cara a tapa e descer ao nível grosseiro dos demais. E chega um ponto que já não tem como ou quem culpar. O atípico é o tratar bem.