Da falta de título

Das tradicionais tarefas escolares "minhas férias foram..." ao cotidiano: classificar é palavra de ordem.
E isso me falta.
Feliz, alegre a cantar e alguém lhe pergunta "por quê?". O que se há de dizer? Da pieguice temos o "basta estar vivo para... (sono profundo)" e dos demais, a recente conquista, um novo amor. 
É possível que seja apenas isso? Parece-me ter tanto no meio fio.
Não há de se confundir bom humor com felicidade. Isto é imperativo! Mas por quê motivo?
Da racionalização de um sentimento bom só nasce o questionamento maquiado pela sensibilidade, e daí em diante: problema.

Intitular não é preciso.
Não o sei fazer.



Vivo bem por isso.

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